Mobilidade residencial

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A mobilidade residencial é uma questão fundamental a ser considerada no planejamento das cidades.

O objetivo é dar importância às características socioeconômicas e demográficas de domicílios, aspectos ambientais e duração do tempo de residência em domicílios situados em regiões metropolitanas, segundo a imobiliária. Dois níveis hierárquicos de dados são usados na análise: o primeiro, relacionado às características específicas dos domicílios, tais como renda, composição do domicílio, idade e sexo do chefe de domicílio e posse do imóvel residencial; o segundo, relacionado a aspectos da área urbana onde a moradia está localizada, tais como o status econômico da vizinhança e a acessibilidade a serviços diversos.

A distribuição espacial da população constitui um fenômeno demográfico dinâmico, que tem sido pouco explorado no Brasil, devido à inexistência de pesquisas abrangentes que forneçam os dados necessários para os estudos.

Verificou-se que a mudança de residência em áreas urbanas, quando não efetivada por decisão involuntária ou como resultado de ações dos agentes imobiliários, foi interpretada como um fenômeno do mercado residencial, decorrente, principalmente, de alterações no status familiar. A decisão de mudança residencial também é decorrente da atração por outra vizinhança, em face de fatores sociais ou físicos ambientais. Depois de análises desse tipo é que foi possível verificar os motivos das mudanças residenciais para a compreensão desse fenômeno, vital para as atividades de planejamento urbano e para a formulação de políticas públicas.