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A poluição do ar dentro de casa
A poluição do ar
dentro de casa tem sido classificada como o quinto maior risco
para a saúde, pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados
Unidos (EPA). Em 1991, o “Center for Disease Control” estimou
que mais de 1.8 milhões de casos foram reportados para os
centros de controle de envenenamento dos Estados Unidos. Mais
de 45% dessas exposições envolveram produtos químicos de uso
doméstico, tais como, produtos de limpeza, fluidos para
automóveis, repelentes, tintas e pesticidas. A maioria das
exposições ocorreram devido ao uso impróprio, estocagem e
descarte dos produtos.
A população está, imensamente,
preocupada com o perigo potencial dos problemas ambientais
para a saúde, e, frequentemente, quer saber respostas para
questões muito concretas, tais como: A água é segura para
beber? Os pesticidas usados nas frutas são prejudiciais? Meu
aborto poderia ter sido devido ao meio ambiente do meu
trabalho? Os pacientes fazem estas perguntas aos seus médicos
porque, em geral, confiam neles e valorizam os seus conselhos.
Infelizmente, os médicos não têm adequada informação e
apropriado treinamento, com respeito ao risco ambiental e
saúde [Environmental Medicine—Integrating a Missing Element
into Medical Education / Institute of Medicine,
1995].
Segundo o Instituto de Medicina dos Estados
Unidos, o atual desafio é ajudar os estudantes de medicina a
desenvolverem o conhecimento e as habilidades necessárias para
lidar, efetivamente, com os problemas de saúde ambiental em
clínica médica e saúde pública. No seu mais amplo senso, o
meio ambiente é um dos principais determinantes da saúde
humana e bem-estar social. Meio ambiente saudável promove
saúde individual e coletiva; um meio ambiente poluido pode
criar substancial mortalidade e incapacidade, comprometendo o
bem-estar econômico das sociedades.
Fonte: Livro
Valorando a Vida, 2001, USA Arlinda
Cézar-Matos
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